▶️ Katherina Reiche dá ordens, o lobby entrega: Argumentos contra o armazenamento de baterias e a favor de usinas termelétricas a gás no Ministério Federal da Economia e Energia
O caso EnBW demonstra como um ministério solicitou argumentos de uma empresa de energia que desfavoreceriam o armazenamento de energia em baterias. | | Essa prática levanta sérias questões sobre conflitos de interesse institucionais e a independência da política. | | A trajetória profissional de Katherina Reiche, do setor de energia ao Ministério da Economia, reforça a impressão de um problema de "porta giratória". | Embora a estratégia para usinas de energia pareça formalmente neutra em termos de tecnologia, o critério de longo prazo de dez horas favorece, na prática, as usinas a gás. | A EnBW e outras empresas exerceram influência sem antes divulgar adequadamente seus contatos no registro de lobistas. | Dados econômicos mostram que o armazenamento em baterias e a energia solar combinada com armazenamento são cada vez mais baratos do que novas usinas a gás. | A Comissão Europeia pode exigir neutralidade tecnológica formal, mas não interfere em questões de integridade nos processos nacionais de tomada de decisão. | | Períodos de reflexão vinculativos, um registro de lobistas mais rigorosamente fiscalizado e processos de tomada de decisão transparentes e participativos são necessários. | | Sem essas reformas, a confiança pública na neutralidade das decisões de política energética corre o risco de se deteriorar ainda mais. Este caso não é um escândalo isolado, mas sim um sintoma de fragilidades estruturais que agora precisam ser abordadas sistematicamente. [...]
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