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Será que os fabricantes de smartphones perderam o contato com a realidade?

Será que os fabricantes de smartphones perderam o contato com a realidade? – @envato | Rawpixel

Será que os fabricantes de smartphones perderam o contato com a realidade? – @envato | Rawpixel

Quando a Apple lançou o iPhone X de US$ 999 no outono de 2017, muitas pessoas acharam que a empresa, famosa por seus preços premium, finalmente tinha ido longe demais. Certamente ninguém em sã consciência gastaria tanto dinheiro em um smartphone. E, no entanto, aqui estamos, um ano e meio depois, e outras marcas de smartphones seguiram o exemplo da Apple, tornando os preços acima de US$ 1.000 a nova norma para dispositivos de ponta.

O Mobile World Congress desta semana, no entanto, nos levou a um novo patamar de preços abusivos em smartphones, com a Huawei e a Samsung anunciando celulares dobráveis ​​que custarão quase US$ 2.000 ou até mais. Embora as telas flexíveis sejam certamente uma das inovações mais impressionantes que a indústria de smartphones viu recentemente, os preços dos primeiros smartphones flexíveis sugerem que a indústria perdeu o contato com a realidade.

Segundo uma pesquisa recente do USA Today, a grande maioria dos usuários de smartphones nos EUA não está disposta a gastar mais de US$ 750 em um novo aparelho. Apenas 3% dos entrevistados disseram que estariam dispostos a gastar mais de US$ 1.000 em um novo celular. Preços de US$ 2.000 ou mais foram considerados absurdos demais para sequer serem incluídos na pesquisa.

Quando a Apple lançou o iPhone X de US$ 999 no outono de 2017, muitas pessoas acharam que a empresa, famosa por seus preços premium, finalmente havia exagerado. De jeito nenhum alguém em sã consciência gastaria tanto dinheiro em um smartphone. E, no entanto, aqui estamos, um ano e meio depois, e outras marcas de smartphones seguiram o exemplo da Apple, tornando os preços acima de US$ 1.000 a nova norma para dispositivos de ponta.

O Mobile World Congress desta semana nos levou a um novo patamar de escalada nos preços dos smartphones, com a Huawei e a Samsung anunciando celulares dobráveis ​​que custarão perto ou até mais de US$ 2.000. Embora as telas flexíveis sejam certamente uma das inovações mais impressionantes que a indústria de smartphones tem oferecido ultimamente, os preços dos primeiros smartphones flexíveis sugerem que a indústria perdeu o contato com a realidade.

Segundo uma pesquisa recente do USA Today, a grande maioria dos usuários de smartphones nos EUA não está disposta a gastar mais de US$ 750 em um novo aparelho. Apenas 3% dos entrevistados expressaram disposição para gastar mais de US$ 1.000 em um novo celular, sendo que preços de US$ 2.000 ou mais foram considerados absurdos demais para sequer serem incluídos na pesquisa.

Você encontrará mais infográficos na Statista.

 

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