Dezessete por cento dos participantes de uma pesquisa encomendada pela WEB.DE e GMX afirmaram que processariam serviços online pela divulgação de dados de pessoas falecidas. Agora, o Tribunal Federal de Justiça da Alemanha (BGH) decidiu, em um desses casos, que a conta do Facebook de uma pessoa falecida faz parte de seu espólio. Os pais de uma menina de 15 anos que foi atropelada por um trem do metrô em 2012 querem usar as mensagens do Facebook da filha para determinar se sua morte trágica foi um acidente ou suicídio. A rede social negou o acesso até o momento, alegando leis de proteção de dados. A decisão judicial pode ser um marco na forma como o legado digital será tratado no futuro. De qualquer forma, as pessoas devem se familiarizar mais profundamente com essa questão. Na pesquisa mencionada, apenas 8% dos entrevistados afirmaram ter confiado as credenciais de login de todas as suas contas online ativas a pessoas de confiança.


