Há dois dias, a China anunciou tarifas de 25% sobre US$ 60 bilhões em produtos americanos, com vigência a partir de 1º de junho. Essa medida ocorre após o presidente Trump ter imposto tarifas de 25% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses no final da semana passada. As relações comerciais entre as duas maiores economias do mundo parecem ter se deteriorado na semana passada, após quatro meses de negociações iniciadas depois da cúpula do G20 em Buenos Aires.
A disputa começou em janeiro do ano passado, quando os EUA impuseram tarifas sobre a importação de máquinas de lavar e painéis solares. Menos de um mês depois, o presidente Trump sancionou tarifas sobre a importação de aço e alumínio de todos os países. Embora essa medida tenha atingido todos os países, a China é o maior exportador de aço do mundo
A disputa comercial, marcada por retaliações mútuas, continuou a se intensificar até meados de junho: Trump anunciou tarifas de 25% sobre US$ 50 bilhões em produtos chineses. A China anunciou tarifas do mesmo valor no mesmo dia. Ambos os países implementaram as tarifas ao longo do verão. No final de setembro, Trump impôs uma tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses, em vigor até o final de 2018, com potencial para aumentar para 25% até o final do ano. O presidente Xi respondeu com tarifas de 25% sobre US$ 60 bilhões em produtos. Embora a situação parecesse promissora após a cúpula do G20, um acordo ainda não foi alcançado.
As ações americanas despencaram na segunda-feiraapós a China anunciar suas tarifas de 1º de junho. Analistas preveem um mercado de ações ainda mais volátil em meio à guerra comercial entre os dois países.
Há dois dias, a China anunciou tarifas de 25% sobre produtos americanos no valor de US$ 60 bilhões, com vigência a partir de 1º de junho. A medida ocorre após o presidente Trump ter imposto tarifas de 25% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses no final da semana passada. As relações comerciais entre as duas maiores economias do mundo parecem ter se deteriorado na semana passada, após quatro meses de negociações, que começaram depois da Cúpula do G20 em Buenos Aires.
A disputa começou em janeiro do ano passado, quando os EUA implementaram tarifas de salvaguarda sobre as importações de máquinas de lavar e células solares. Menos de um mês depois, o presidente Trump sancionou tarifas sobre o aço e o alumínio importados de todos os países. Embora essa medida tenha sido direcionada a todas as nações, a China é o maior exportador de aço.
Em meados de junho, a disputa comercial entre os dois países se intensificou, com Trump anunciando tarifas de 25% sobre US$ 50 bilhões em produtos chineses. A China anunciou tarifas equivalentes no mesmo dia. Ambos os países implementaram as tarifas ao longo do verão. No final de setembro, Trump instituiu uma tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses, válida até o final de 2018, com a possibilidade de subir para 25% no final do ano. O presidente Xi respondeu com tarifas de 25% sobre produtos no valor de US$ 60 bilhões. Embora a situação parecesse promissora após a Cúpula do G20, um acordo ainda não foi alcançado.
As ações americanas despencaram na segunda-feira após a China anunciar as tarifas que entrarão em vigor em 1º de junho. Analistas preveem um mercado de ações ainda mais volátil enquanto os dois países mantêm o impasse.


